Da estética da existência à parresía cínica: “A dor” de Marguerite Duras

Stela Maris da Silva
DOI: http://dx.doi.org/10.5281/zenodo.804744

Enviado:   2017-01-21.   Aceptado:  2017-05-24.  Publicado:  2017-06-15.

Resumen

La cuestión abordada analiza la posibilidad de relación entre la parresía cínica, la resistencia y la estética de la existencia, en un texto de Marguerite Duras. En una vida, como arte de la existencia, es posible relacionar la verdad como parresía, a un modo de decir y relacionarse con la verdad y con los otros, o sea, a una ética de la resistencia. Foucault cita los artistas y sus estilos de vida para mostrar los modos que describen particularmente el papel de las luchas de resistencia en las relaciones de poder. El lenguaje de la literatura es apuntada como la posibilidad de un pensamiento radical. La escritura de suyos personajes de Duras parece apuntar los vestigios de algo que fue negado en la subjetividad, para dar lugar a nuevas conformaciones. Ella desnuda por dentro y por fuera, ella mira y hace mirar con las palabras vivas corajosas, inquietando el espectador.

 

Palabras clave

Cynic Parresía, Aesthetics of the Existence, Resistance, Marguerite Duras

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